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El Paso Energia do Brasil / Secretaria de Estado de Energia, da Indústria Naval e do Petróleo.
Caso: Iluminação Artística de Monumentos e Edifícios Históricos

El Paso / Secretaria de Estado de Energia, da Indústria Naval e do Petróleo - “acendendo” a beleza, a história, a memória

O que são os monumentos arquitetônicos e históricos, senão marcos vivos de uma época? Preservar um monumento é manter vivo o passado, nossas tradições e a herança cultural que nos fez chegar aqui.

No ano de 2001, por meio de um acordo firmado para a implementação da Usina Termoelétrica de Macaé, a companhia energética El Paso, em parceria com a Secretaria de Estado de Energia, da Indústria Naval e do Petróleo de Rio de Janeiro (Seinpe), passaram a realizar ações sociais, culturais e ambientais que contribuem para o desenvolvimento humano.

Uma destas ações é o projeto de Iluminação Artística de Monumentos e Edifícios Históricos em prol da Preservação do Patrimônio Nacional. Através deste projeto, 18 construções e uma rua de 13 municípios do Estado do Rio de Janeiro, escolhidas pela importância histórica, cultural e turística de cada uma, puderam ter preservadas e restauradas reforçando o elo da população com suas raízes e garantindo a permanência de nosso acervo arquitetônico.

A El Paso investiu R$8,2 milhões e disponibilizou uma equipe de profissionais especializada em eficiência energética ao projeto, que foi acompanhado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), envolvendo, também, a prefeitura local ou instituição responsável pela manutenção de Igrejas e prédios públicos contemplados.

Algumas edificações têm relevância para todo o país, como é o caso do Theatro Municipal - uma obra construída na gestão de Pereira Passos, quando o Rio de Janeiro era a Capital da recém-criada República e hoje é o segundo maior teatro da América Latina.

Além do Municipal, o projeto restaurou as igrejas Matriz de São Pedro, em São Pedro da Aldeia; de Sant’Anna, em Búzios; de Nossa Senhora de Nazareth, em Saquarema; de Nossa Senhora da Conceição, em Resende e em Vassouras; de São Sebastião, em Barra Mansa; Matriz Santa Tereza D’Ávila, em Rio das Flores; de Nossa Senhora dos Remédios, em Arraial do Cabo; Matriz de São José, em São José do Vale do Rio Preto; as capelas de Nossa Senhora da Conceição, em Resende e de São João Batista, em Casimiro de Abreu; a Catedral de São Pedro de Alcântara, o Teatro Municipal Paulo Gracindo e o Palácio de Cristal, em

Petrópolis; o Forte de São Mateus, em Cabo Frio; o Palácio Pedro Ernesto, a Associação Comercial e a Rua da Candelária no Rio de Janeiro.

Foram elaboradas estratégias específicas para manter as características e peculiaridades de cada monumento. Na igreja de Nossa Senhora de Nzaré, por exemplo, foram usados pequenos aparelhos emissores de luz, que produzem um efeito de céu estrelado ao seu redor; O campanário da Capela São João Batista, passou a funcionar como um farol, emanando uma luz dourada, produzida pelas lâmpadas de sódio; no Forte São Mateus, um sistema de variação dinâmica permite que uma variedade de cores seja modificada por computador; a coordenação das obras de iluminação do Palácio Pedro Ernesto, onde funciona a Câmara dos Vereadores no Rio, foi entregue pela mesma empresa que assinou a iluminação artística do Museu do Louvre e da Catedral de Notre Dame em Paris; a riqueza de detalhes na arquitetura do Theatro Municipal passou a ser percebida e os transeuntes voltam ao Rio de 1820, ao caminhar pela Rua da Candelária com a restauração dos postes originais e a colocação de lampiões estilizados.

Agora acaba de restaurar mais um monumento: está entregando à Cidade do Rio de Janeiro, a Catedral Presbiteriana.

Em todos os casos, foram usados equipamentos nacionais, o que reduz os gastos com manutenção e uma economia que chegou a 49,6% do consumo energético. Para as prefeituras, o projeto representou corte de custos e geração de divisas, com a reativação de agendas culturais e incentivo ao turismo, geração de empregos, até o aumento da segurança pública.

A nova iluminação “acende” a vontade de conhecer, de revisitar a história, revelando em cada monumento, expressões e tradições culturais que estavam “apagadas” de nossa memória.